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Filadélfia: Paralisação de professores prejudicam mais de 4 mil alunos


Segundo levantamento oficial realizado pelo Site Filadélfia em Noticias, por conta da paralisação realizada nesta quarta-feira (2), as escolas públicas municipais tiveram suas aulas paralisadas por conta da falta de professores em Filadélfia. Ainda segundo levantamento, 211 professores Efetivos não se apresentaram para o trabalho nesta quarta-feira. O prejuízo pela falta de aulas atingiu diretamente mais de 4.000 alunos da rede municipal de ensino, porém o SISEF informou que os professores estão aptos a fazer reposição das aulas para não prejudicar os 200 dias letivos
Conforme informado pelo Diretor do SISEF, Valmir Dantas, os líderes sindicais junto com os Professores, em ação neste dia de paralisação, com cartazes foram até a prefeitura Municipal, porém o prefeito se negou a recebê-los alegando agenda lotada, porém foi protocolado oficio de reunião com o prefeito em caráter de urgência. Também se dirigiram a Secretaria de Educação onde lá foram atendidos pelo secretario Luiz Carlos que não resolveu a situação marcando outra reunião em data posterior.
Ainda segundo informações do SISEF uma reunião foi marcada para quinta-feira com os vereadores do município, para estarem informando alguns pontos que estão na câmara de vereadores, projetos de números 03, 04 e 05.
Em nota a prefeitura informa que o SISEF está somente preocupado em gerar polêmicas nas redes sociais e em rádios e não senta para negociar com a administração toda a pauta reivindicatória.
Confira:

Nota de Esclarecimento da Prefeitura de Filadélfia sobre a injusta paralisação articulada pelo Sisef.

Foram encaminhados ao Legislativo Municipal Projetos Leis de n° 003-004-05/2018, que proporcionam um reajuste salarial com percentual igual para todos os servidores, sem fazer qualquer distinção aos cargos que ocupam.

Trata-se de uma atuação, do Executivo Municipal, que visa a valorização de todos os servidores municipais, reconhecendo a importância do trabalho que cada um desenvolve para a população como um todo.

Foram recebidos pedidos de reajustes com percentuais distintos para servidores do magistério, frente às demais categorias, mas por uma questão de justiça e igualdade foi proposto um aumento para todas as categorias sem qualquer distinção.

Não se pode perder de vista que, nos encontramos com serias dificuldades financeiras, onde o aumento das remunerações pode ocasionar a reprovação de contas por não atender o limite de gastos com pessoal, definido por lei.

É importante frisar que, o Sisef de forma intransigente e irredutível não fez nenhuma contraproposta ao valor de aumento salarial aos professores do ensino municipal, impondo o percentual de 6,81%, valor este, que a administração não tem como alcançar, todavia encaminhou duas contrapropostas que não foram aceitas, ou seja, não houve nenhuma tentativa de negociação por parte do sindicato, e sim, imposição. É perceptível e muito claro que, infelizmente, o sindicato se preocupa muito mais em gerar polêmicas nas rádios e redes sociais, do que propriamente negociar.

Outro ato que está sendo divulgado de maneira desrespeitosa, e difamatória pelo Sisef, é que a Prefeitura de Filadélfia não está pagando o piso salarial, e isto não procede, pois a Instituição paga criteriosamente e rigorosamente em dia, desde janeiro de 2017.

No mesmo sentido, voltamos a desafiar o diretor do Sisef, Valmir Dantas ou qualquer professor a nos trazer em seu contracheque salário base inferior ao piso salarial nacional do magistério. Destacamos que, até o presente momento, nunca foi publicada esta prova pelo diretor do Sisef, confirmando assim o equívoco nas suas afirmações. Salientamos ainda, que a gestão municipal “Governo da Reconstrução” tem como sua marca registrada, o cumprimento de leis e pagamentos em dia como prioridades.

De acordo com esses fatos, a Prefeitura Municipal de Filadélfia aguarda resposta do Poder Legislativo para conceder os aumentos reais para todos os servidores municipais, em valores superiores à inflação do ano de 2017, como forma de afastar qualquer perda salarial.

ASCOM
Prefeitura de Filadélfia
GOVERNO DA RECONSTRUÇÃO


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